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Aumenta a pressão por iniciativas de Recuperação de Desastres devido ao custo de inatividade e Objetivos de Tempo de Recuperação mais rígidos

Pesquisa da Symantec revela que os departamentos de TI estão gastando mais com planos de recuperação de desastres e ainda assim os testes em ambientes virtuais continuam vulneráveis
CUPERTINO, Califórnia, 15 de julho de 2009 – A Symantec Corp. (Nasdaq:SYMC) anuncia hoje os resultados mundiais da sua quinta pesquisa anual sobre Recuperação de Desastres (RD) para TI, que identificou resultados como crescentes pressões por iniciativas de RD em organizações devido aos altos custos relacionados à inatividade e maior rigidez na gestão de TI para minimizar os riscos nas empresas. O estudo também detectou que ao mesmo tempo em que os orçamentos para RD estão mais altos em 2009, eles deverão permanecer inalterados ao longo dos próximos anos – exigindo que os profissionais de TI façam mais, com os mesmos recursos ou menos.

RECURSOS ADICIONAIS:
Pesquisa Symantec 2009 sobre Recuperação de Desastres (Global)
Fotos Symantec 2009

A pesquisa destacou que apesar da expectativa quanto aos Objetivos de Tempo de Recuperação (RTO – Recovery Time Objetives) ter sido reduzida para 4 horas em 2009, as simulações de recuperação de desastres e soluções de virtualização continuam representando grandes desafios para as organizações. Os participantes relataram que os testes para a RD afetam cada vez mais os clientes e impactam na receita, além do fato de que uma em cada quatro simulações acabam falhando ou não obtendo resultados satisfatórios. Praticamente um terço das organizações não incluem os ambientes virtuais em seus planos para a recuperação de desastres, e uma porcentagem ligeiramente maior de ambientes virtuais não faz backup regularmente, o que sinaliza a necessidade de uma maior automação e ferramentas compatíveis com diferentes ambientes.

O custo do tempo parado é significativo
Segundo a pesquisa, realizada em 24 países, o custo médio para a execução/implementação de planos para a recuperação de desastres para cada incidente que resulta na interrupção do expediente é de cerca de USD $287.600 dólares. No Brasil e México, o custo médio de cada incidente relacionado à inatividade pode chegar a USD $297.500 dólares. Globalmente, os maiores custos médios por incidente de inatividade acontecem em instutições de saúde ou financeiras. Um exemplo disso é que na América do Norte, o custo médio de um incodente dessa natureza para as instituições financeiras gira em torno de USD $650.000 dólares.

Isso é alarmante quando consideramos que uma em cada quatro simulações de RD falhou e 93 por cento das organizações tiveram que executar seus planos para a recuperação de desastres. Os entrevistados também relataram que depois de um corte de luz ou energia elétrica, gastam em média três horas para recomeçar as operações em segurança e quatro horas para colocá-las novamente em funcionamento. Isso representa uma melhora considerável em relação aos resultados de 2008, quando apenas três por cento dos participantes respondeu que conseguiria recomeçar as operações em segurança dentro de 12 horas, e 31 por cento acreditava poder oferecer as operações básicas em cerca de um dia.

"A pesquisa desse ano patrocinada pela Symantec identifica claramente os principais problemas, riscos escondidos e as melhores práticas para a implementação de um plano de RD. Ao mesmo tempo em que alguns aspectos estão bem, o impacto do tempo parado é maior do que nunca", declarou Rob Soderbery, vice-presidente sênior do Grupo de Gestão de Armazenamento e Disponibilidade da Symantec. "O grande custo de uma eventual inatividade tem um grande impacto nos negócios – o que significa também mais pressão nos departamentos de TI. Se as organizações não estiverem protegendo os ambientes virtuais, não estiverem testando seus planos para RD e estiverem vendo um em cada quatro testes falhar, então alguma coisa precisa ser alterada para gerenciar melhor o risco. As organizações devem implementar soluções que atendam essas necessidades, permitindo que elas obtenham o máximo de retorno de seus investimentos".

Tendência de gastos com RD em 2009
A pesquisa demonstra que o orçamento anual médio para iniciativas de recuperação de desastres, incluindo backup, recuperação, clustering, arquivamento, servidores de reserva, replicação, fitas de backup, serviços, desenvolvimento de plano de recuperação de desastres e custos fora dos data centers é de USD $50 milhões de dólares.

De acordo com os participantes, esse número continuará a crescer no decorrer de 2009, mas mais da metade (52 por cento) dos participantes acreditam que os orçamentos permanecerão inalterados em 2010, tornando a gestão do orçamento de TI ainda mais desafiadora, inclusive no que diz respeito a hardware, software e mão-de-obra.

O envolvimento de altos executivos aumentou 50 por cento em relação ao ano passado
Como os orçamentos de RD aumentaram se comparados a 2008, as iniciativas de recuperação de desastres se transformaram em um diferencial competitivo e o impacto da inatividade nos clientes é maior do que nunca.

De acordo com a pesquisa sobre recuperação de desastres de 2009, 67 por cento dos entrevistados relataram que seus comitês para recuperação de desastres atualmente envolvem CIOs, CTOs, ou diretores de TI – um aumento significativo em relação aos resultados do último ano, quando 33 por cento dos participantes indicaram o envolvimento de executivos. Outra razão para o envolvimento de executivos é o aumento dos aplicativos que são vistos como críticos. Sessenta por cento dos aplicativos foram classificados como sendo de críticos pelos participantes e praticamente a mesma porcentagem está coberta por planos para a recuperação de desastres. Qualquer tipo de interrupção na operação desses sistemas terá conseqüências enormes para os negócios.

Os testes para a recuperação de desastres melhoraram, mas continuam representando um grande desafio

Em 2009, 35 por cento dos participantes relataram que testam seus planos de RD pelo menos uma vez por ano ou com menor freqüencia – uma melhoria de 12 por cento em relação ao ano passado. Em média, um de cada quatro testes ainda falha, demonstrando a imensa necessidade por melhorias nessa área. As razões que a maioria dos participantes citou como motivo pelo qual as organizações não estejam realizando mais testes de RD são:
• Falta de recursos em relação à tempo do pessoal de TI (48 por cento)
• Interrupções da atividade dos funcionários (44 por cento)
• Orçamento (44 por cento)
• Interrupções para os clientes (40 por cento)

Além disso, um número crescente de organizações reportaram que a avaliação dos planos de recuperação de desastres afeta cada vez mais os clientes e funcionários em relação aos números detectados em anos anteriores. Quarenta e cinco por cento dos entrevistados afirmou que a execução do plano de RD afetará clientes das empresas e quase um terço (27 por cento) afirnou que esse tipo de teste afetaria diretamente as vendas da organização. Por conta disso, a Symantec recomenda que as organizações implementem métodos de simulação de seus planos de RD que possam ser executados com maior frequência, sem a necessidade de interromper as operações da empresa. A Symantec acredita que as pessoas e os processos sejam as principais razões para o alto número de falhas desses testes, o que demonstra uma maior demanda pela automatização dos processos.

A virtualização continua sendo um grande desafio
Sessenta e quatro por cento dis entrevistados em nível mundial reportaram que o processo de virtualização nas empresas está fazendo com que os planos de RD sejam reavaliados. Isso representa um aumento de 55 por cento em relação a 2008. Outro resultado é que, apesar de um terço das organizações (27 por cento) não considerar seus ambientes virtuais dentro dos planos de RD, o número melhorou já quem no ano anterior eram 35 por cento o número de empresas que não consideravam esse tipo de ambiente nos planos.

Mais de um terço dos dados armazenados em ambientes virtualizados não são revistos periodicamente (36 por cento), o que demonstra que neste aspecto não tem ocorrido melhora em relação ao ano anterior quando o resultado foi de 37 por cento. Mais da metade dos entrevistados sinalizou a falta de capacidade de armazenamento e ferramentas automatizadas de RD como os desafios mais importantes para a proteção dos dados em ambientes virtualizados.

O estudo também detectou que, em nível mundial, mais da metade dos entrevistados citaram outros aspectos como:
• A falta de ferramentas adequadas para administração do armazenamento como o maior desafio de proteção de dados e aplicativos de uso crítico em ambientes virtualizados (53 por cento).
• A limitação dos recursos relacionados a pessoal, orçamento e espaço como as principais metas de suporte para equipamentos virtualizados, o que demonstra maior automatização e capacidade para utilizar as ferramentas disponíveis na área de TI para redução de custos (51 por cento).

Recomendações

• Como demonstrado ao longo dos diversos anos em que esse estudo foi realizado, a falta de recursos continua a ser um problema, ainda que o custo do tempo de inatividade esteja modificando um pouco esse cenário. As organizações podem aprimorar bastante os mecanismos para redução desse custo de inatividade por meio de ferramentas que automatizem o processo de RD, minimizem o envolvimento humano e, dessa forma, consigam ser efetivas.
• Uma vez que os testes de RD não são de grande valia para a empresa em um primeiro momento, podem afetar significativamente as operações da mesma – incluindo impacto sobre seus clientes e receitas – as empresas devem buscar caminhos para melhorar o êxito dos testes também por meio da implementação de métodos de avaliação que não sejam prejudiciais a todo o processo de negócios da empresa.
• Finalmente, faz-se necessário que as empresas incluam os responsáveis por soluções de virtualização no desenvolvimento dos planos de recuperação de desastres, especialmente nas simulações e mecanismos de suporte. Os ambientes virtualizados não podem ser tratados da mesma forma que servidores físicos e por isso as organizações devem adotar mais ferramentas multi-plataforma para diferentes ambientes.

Sobre o Relatório da Pesquisa de Recuperação de Desastres da Symantec 2009
Em seu quinto ano, o Relatório da Pesquisa de Recuperação de Desastres da Symantec 2009 é um estudo global anual encomendado pela Symantec para destacar as tendências de negócios relacionadas ao planejamento e preparação para a recuperação de desastres. Realizado pela firma de pesquisa de mercado independente Applied Research West durante junho de 2009, o estudo consultou mais de 1650 gerentes de TI de grandes organizações em 24 países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Europa, Oriente Médio, Ásia-Pacífico e América do Sul, para compreender melhor alguns dos fatores mais complicados associados à recuperação de desastres.

Sobre a Symantec
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