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News Release

Estudo da Symantec mostra discrepância entre a percepção e a realidade da segurança de empresas de pequeno e médio porte

Apesar de acreditarem na lealdade de seus clientes, PMEs sem planos eficientes de recuperação de desastres podem facilmente perdê-los.
CUPERTINO, Califórnia, 7 de outubro de 2009 – A Symantec Corp. (Nasdaq: SYMC) anunciou as principais conclusões da Pesquisa Symantec sobre Recuperação de Desastres nas Pequenas & Médias Empresas (PMEs), refletindo as atitudes e práticas dessas empresas e de seus clientes em relação às tecnologias de recuperação de desastres. O estudo mostra grande discrepância entre a maneira como as PMEs se enxergam e seu nível real de preparação para o caso de um desastre. Os dados sugerem que o tempo que as PMEs passam paradas custa a seus clientes dezenas de milhares de dólares por ano. Por conta disso, muitas vezes as PMEs podem chegar a perder seus cliente como resultado direto de estarem despreparadas para desastres.

“A parte mais surpreendente dessa pesquisa é o fato de que as SMBs ainda não perceberam o impacto que a suspensão temporária de seus serviços pode ter sobre os clientes, principalmente sabendo-se que já estão ao alcance dessas empresas soluções simples e capazes de credenciá-las a lidar com um desastre”, afirmou Pat Hanavan, executivo responsável por Gerenciamento de Produtos para Backup da Symantec. “Ao mesmo tempo em que ninguém deseja que um desastre ocorra, a realidade é que eles acontecem. Ao invés de continuarem despreparadas, as organizações de pequeno e médio porte devem implementar algumas iniciativas simples que garantem a proteção dos dados. À medida que as empresas comunicam seus planos a seus clientes, fortalecem esses relacionamentos e tornam-se um parceiro confiável”.

Dentre os principais resultados identificados pelo estudo estão:

- Confiança no alto grau de preparação

Os resultados da pesquisa mostram que as PMEs estão confiantes em seus planos para recuperação de desastres. Oitenta e dois por cento dos participantes respondeu estar um pouco/muito satisfeito com seus planos para desastres, e um número próximo (84 por cento) afirmou sentir-se um pouco/muito protegido em um caso de desastre.

As SMBs também acreditam que seus clientes serão compreensivos e pacientes caso ocorra uma falha em seus computadores ou recursos computacionais. No caso de uma suspensão temporária das operações, apenas um terço (34 por cento) das PMEs participantes acreditam que seus clientes avaliariam outras opções, inclusive a oferta de concorrentes.

- Realidade comprova que apenas a confiança não é garantia

No entanto, as práticas das PMEs revelam que essa confiança não oferece garantias. Nos últimos 12 meses, as PMEs tiveram uma média de três falhas temporárias, sendo as principais: ataques de vírus ou hackers, falta de energia ou desastres naturais. Trata-se de uma realidade alarmante, já que quase metade delas relatou ainda não ter um plano para lidar com tais interrupções.

A pesquisa descobriu também que apenas uma em cada quatro (23 por cento) PMEs realiza back up diário em seus sistemas. Mais da metade das SMBs estima que perderia no mínimo 40 por cento de seus dados caso seus computadores sofressem com algum tipo de desastre, como um incêndio, por exemplo.

- Os clientes são fortmemente impactados pelo tempo de inatividade

Os clientes das PMEs pesquisadas estimaram o custo dessas falhas temporárias em USD 15.000 por dia, em média. O tempo de duração dessas falhas também foi alto: 42 por cento duraram oito horas ou mais. Um em cada quatro clientes (26 por cento) relatou a perda de dados importantes.

De acordo com o estudo, duas em cada cinco (42 por cento) PMEs já trocaram de fornecedor por “sentir que os computadores ou sistemas de seus fornecedores não eram confiáveis”. Esse é um contraste gritante com relação aos dois terços das SMBs que acreditam que seus clientes “esperariam pacientemente até que os sistemas estivessem funcionando” ou “usariam o que estivesse disponível, mas esperariam pacientemente pelo resto até que os sistemas voltassem a funcionar”. Outra contra-indicação do tempo inativo é o dano à reputação à empresa. Sessenta e três por cento dos clientes relataram que o tempo inativo impactou de alguma forma sobre a percepção do fornecedor de pequeno ou médio porte.

Recomendações

Apesar de 48 por cento das SMBs não possuir um plano formal para a preparação contra desastres, praticamente 89 por cento disse que irá criar um dentro dos próximos seis meses. Essa atitude se faz cada vez mais necessária, já que a maioria das SMBs (77 por cento) relatou viver em uma região vulnerável a desastres naturais (como furacões, tornados e terremotos). Algumas recomendações para que essas PMEs estejam aptas a melhorar :


- Determine suas necessidades: As PMEs devem investir tempo para decidir quais informações críticas devem ser protegidas. Informações corporativas, financeiras ou de clientes, segredos comerciais e documentos críticos devem ser prioridade. Além disso, as PMEs devem monitorar os relatórios da indústria que ajudem a identificar e prevenir as ameaças que as SMBs enfrentam.
- Contrate consultores confiáveis: Com tempo, orçamento e pessoal limitados, recomenda-se que as PMEs procurem por um provedor de soluções para ajudá-las na criação de planos, implementação de soluções de proteção automatizadas e no monitoramento das ameaças. Esses provedores também podem conscientizar os funcionários e sugerir unidades separadas de armazenamento para a proteção de dados mais críticos.
- Automatize o que puder: A automatização dos processos de backup asseguram que não ocorram exageros. As PMEs podem reduzir os custos de tempo de inatividade ao implementar ferramentas automatizadas que minimizam o envolvimento humano e atendem outras fraquezas dos planos de recuperação para desastres.
- Testes anuais: A hora de recuperar dados é o pior momento para aprender que os dados críticos não foram armazenados conforme o planejado. O teste da recuperação de desastres é indispensável e as PMEs devem procurar melhorar o sucesso dos testes ao avaliar e implementar métodos de teste confiáveis.

Pesquisa Symantec sobre Recuperação de Desastres nas PMEs

A Pesquisa Symantec sobre Recuperação de Desastres nas PMEs é resultado de um estudo realizado nos meses de agosto e setembro de 2009 pelo instituto Applied Research, que consultou os responsáveis por TI em empresas de pequeno e médio porte. O relatório foi projetado para avaliar o impacto, o estágio de preparação, de percepção e uso de práticas para a recuperação de desastres nas pequenas e médias empresas. O estudo coletou mais de 1.650 questionários em 28 países da América do Norte, EMEA (Europa, Oriente Médio e África), Ásia-Pacífico e América Latina (Brasil, México, Argentina e Colômbia).

Links Adicionais:

Para obter mais informações sobre esse estudo e sobre a Symantec, acesse os recursos adicionais abaixo:

- 10 passos essenciais do Kit de Ferramentas para Recuperação de Desastres nas PMEs
- Soluções da Symantec para Pequenas Empresas
- Proteção Total Desenhada para a Pequena Empresa
- Pesquisa Symantec 2009 sobre Armazenamento e Segurança nas PMEs
- Pesquisa Symantec 2009 sobre Recuperação de Desastres


Sobre a Symantec
A Symantec é líder mundial em soluções de segurança, armazenamento e administração de sistemas que ajudam as empresas e consumidores a proteger e administrar suas informações. Nossos softwares e serviços protegem contra mais riscos, em mais pontos e de maneira mais completa e eficiente, gerando confiança onde quer que a informação seja utilizada ou armazenada. Mais informações estão disponíveis em www.symantec.com.br.