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Novos desafios surgem com a disseminação da virtualização e das nuvens privadas

Pesquisa da Symantec revela discrepância entre o objetivo dos projetos e a da realidade; há necessidade de maior colaboração dentro das organizações
MOUNTAIN VIEW, Califórnia – 21 de junho de 2011 – A Symantec Corp. anuncia o resultado da Edição 2011 da Pesquisa sobre Virtualização e a Evolução para a Nuvem que analisou como as organizações pretendem migrar suas iniciativas essenciais de negócios para ambientes virtuais e híbridos de computação em nuvem. O estudo destacou tópicos como virtualização de servidores, armazenamento como serviço e tecnologias de computação em nuvem privada/híbrida e encontrou diferenças entre as expectativas e a realidade das empresas que implantam essas soluções. Os CEOs (Chief Executive Officers) e CFOs (Chief Financial Officers) estão preocupados com a migração das aplicações críticas para ambientes virtuais ou na nuvem devido aos desafios associados à confiabilidade, segurança, disponibilidade e desempenho. O estudo se baseou em mais de 3.700 entrevistas realizadas em 35 países, sendo 125 delas do Brasil.

"A computação em nuvem representa uma grande mudança no ambiente de TI – de um modelo tradicional de entrega para um modelo de prestador de serviços. Migrar para a nuvem é uma evolução complexa para muitas empresas e é essencial que a área de TI e os executivos estejam alinhados em suas iniciativas. A virtualização é um elemento facilitador para nuvens privadas e híbridas, e nossa pesquisa mostra que o planejamento para uma passagem sem problemas é fundamental para alcançar todos os benefícios de simplicidade, economia e eficiência que esses ambientes têm a oferecer", disse John Magee, vice-presidente da área de soluções de virtualização e nuvem da Symantec.

As Diferenças Entre Expectativa e Realidade Revelam a Evolução do Mercado

A adoção da virtualização de servidores é generalizada, e mais de 75 por cento das empresas estão discutindo o uso de nuvens privadas e híbridas. Das tecnologias avaliadas na pesquisa, a virtualização de servidores e a de armazenamento são as mais maduras, com 45 por cento e 43 por cento das empresas adotando-as, respectivamente. O armazenamento privado como serviço é o menos maduro, com 36 por cento de adoção.

Os investimentos iniciais revelaram discrepâncias entre a expectativa e a realidade, o que indica que as empresas ainda estão aprendendo do que essas tecnologias são capazes e como superar os novos desafios que trazem com elas. Perguntamos aos entrevistados sobre as metas iniciais da virtualização de servidores, de armazenamento e de endpoints; armazenamento privado como serviço; e nuvens privadas e híbridas. Em seguida, perguntamos àqueles que já fizeram implementações quais as metas realmente atingidas. A diferença entre as duas respostas revelou uma discrepância de expectativa:

• Os projetos de virtualização de servidores foram mais bem sucedidos, com diferença média de 4 por cento entre metas esperadas e realizadas no mundo. As maiores diferenças ocorreram em termos de capacidade de expansão, redução de despesas de capital e redução de despesas operacionais.

No Brasil, a diferença média também é bem sucedida, mas cai para 1 por cento. Entre as maiores diferenças, além da capacidade de expansão e redução de despesas de capital que conincidem com o índice global, a melhora no índices de utilização de Servidor / Redução da conta de servidor é citada.

• O déficit médio global na virtualização de armazenamento foi de 33 por cento, com decepções nos quesitos agilidade, capacidade de expansão e redução de despesas operacionais.

No Brasil, esse déficit médio é de 37 por cento, com decepções nos quesitos agilidade (que segue o resultado global), além do provisionamento de novas estruturas de armazenamento e aumento da disponibilidade do data center.

• Os entrevistados relataram uma diferença média global de 26 por cento entre as metas esperadas e realizadas na virtualização de endpoints /desktops, a qual cai para 24 por cento no Brasil.

Globalmente, eles citaram decepções na implantação de novos endpoints, na entrega e na compatibilidade de aplicações. No Brasil, a decepção com a implantação de novos endpoints alinha-se acompanha o resultado global, seguida da utilização integrada a smartphone/tablet PC e do desafio da migração dp Internet Explorer 6 para o Windows 7.

• Setenta e sete por cento das organizações no mundo estão considerando o armazenamento privado como serviço; mas esses projetos são um desafio de implementação e ficam aquém das expectativas em 37 por cento globalmente e em 41 por cento no Brasil.

Por exemplo, a redução de complexidade foi uma meta para 84 por cento dos entrevistados, mas foi atingida por apenas 44 por cento. No Brasil, esta expectativa foi constatada em 100 por cento dos entrevistados e atingida apenas por 63 por cento dos mesmos.

Essas lacunas são uma característica marcante dos mercados em seus estágios iniciais, quando as expectativas estão fora da realidade. À medida que os mercados de virtualização e computação em nuvem amadurecerem, devemos ver essas diferenças se reduzirem.

Foco Maior nas Aplicações Essências Para os Negócios

As organizações que investem em tecnologias de virtualização e computação em nuvem privada/híbrida tendem a seguir um caminho semelhante; começando por virtualizar aplicações menos importantes - como ambientes de teste e desenvolvimento - e progredindo para aplicações mais estratégicas, entre elas email, linhas de negócios, comércio eletrônico e ferramentas da cadeia de suprimentos, ERP (Enterprise Resource Planning) e CRM (Customer relationship management).

A pesquisa mostra que as empresas usam a virtualização para aplicativos essenciais aos negócios. Das empresas que implementam essa solução, mais da metade dos índices globais (59 por cento) planeja virtualizar aplicações de banco de dados nos próximos 12 meses.

Cinquenta e cinco por cento das companhias globais têm planos de para as aplicações Web, e 47 por cento, de email e calendário. Já quarenta e um por cento planejam virtualizar aplicações ERP. No Brasil, as companhias que têm planos de para as aplicações Web são 71 por cento; seguidas por 64 por cento que tendem a adotar email e calendário. Já vinte e nove por cento planejam virtualizar aplicações ERP.

Descobrimos que as organizações adotam com mais lentidão as tecnologias de computação em nuvem privada/híbrida para aplicações essenciais aos negócios em todo o mundo. Uma média de apenas 33 por cento dessas aplicações, entre elas ERP, ferramentas contábeis e CRM, estão em ambientes de nuvem privada e híbrida. Em solo brasileiro, esta média cai ainda mais, para 31 por cento. Os entrevistados afirmaram ter preocupações em relação a contas, serviços ou interceptação de tráfego; vulnerabilidades de autenticação e acesso; recuperação em caso de desastres; e criptografia.

Desafios Associados à Qualidade dos Serviços Surgem como Principais Prioridades

À medida que as tecnologias de virtualização e nuvem privada são adotadas, o custo e o desempenho dos recursos de armazenamento se tornam cada vez mais lembrados. Mais da metade dos entrevistados (56 por cento no mundo e 57 por cento no Brasil) disse que o custo de armazenamento aumentou um pouco ou significativamente com a virtualização de servidores. Entre aqueles que estão em processo de virtualização do armazenamento no mundo, os três principais motivos do projeto são redução de despesas operacionais (55 por cento), elevação do desempenho do armazenamento (54 por cento) e melhor preparação para recuperação em caso de desastres (53 por cento).

Setenta e seis por cento das empresas no mundo e setenta e nove por cento das empresas brasileiras que implementaram a virtualização de servidores indicaram que a segurança foi um fator extremamente importante, o que impediu vários usuários de se sentirem mais confiantes em levar aplicações essenciais aos negócios para servidores virtualizados. Sessenta e três por cento no mundo e sessenta e quatro por cento das empresas brasileiras listaram a segurança como um significativo/extremo desafio para implementar a virtualização de servidores.

Desempenho é um fator considerado pela maioria das organizações. Setenta e seis por cento daquelas companhias globais e setenta e nove por cento das companhias brasileiras que implementaram a virtualização de servidores declararam que o desempenho foi um elemento um extremamente importante que impediu vários componentes de se sentirem mais confiantes em levar aplicações essenciais aos negócios para servidores virtualizados. Setenta e dois por cento de organizações globais e cinquenta por cento de organizações brasileiras que implementaram nuvens privadas/híbridas citaram o desempenho como um desafio significativo/extremo.

Entre as empresas que implementaram a virtualização de servidores, a confiabilidade foi a preocupação número um. Setenta e oito por cento disseram que este foi um fator que de alguma forma /extremamente os impediu de se sentirem mais confiantes em levar aplicações essenciais aos negócios para servidores virtualizados. Daqueles que implementaram a virtualização de armazenamento, 83 por cento apontaram o período de atividade (uptime) e a disponibilidade como metas importantes.

Executivos e a Área de TI Estão Fora de Sincronismo em Relação ao Potencial

De acordo com os resultados da pesquisa, 46 por cento dos CFOs globais e 40 por cento dos CFOs brasileiros que estão implementando nuvens privadas/ híbridas estão "pouco abertos” à migração das aplicações essenciais aos negócios para esses ambientes. Quarenta e quatro por cento dos CEOs globais e 46 por cento dos CEOs no Brasil são cautelosos sobre a mudança dessas aplicações.

As principais preocupações citadas no mundo a respeito das implantações de virtualização e nuvem híbrida são confiabilidade (78 por cento), segurança (76 por cento) e desempenho (76 por cento).

Na prática, muitas preocupações dos executivos de nível C são infundadas, com base nas respostas da área de TI. Por exemplo, dúvidas sobre desempenho são a principal razão citada como cautela, mas 78 a 85 por cento daqueles que implantaram a virtualização de servidores globalmente atingiram suas metas relacionados ao desempenho.

Recomendações

A evolução da TI das empresas em direção à nuvem tem um bom número de desafios, mas também recompensas atraentes. Apesar das preocupações, a maioria das empresas implementarão a virtualização e mudarão para a computação em nuvem no futuro. Para essas empresas, a Symantec apresenta recomendações que ajudam a tornar mais tranquila esta migração.

Assegure o alinhamento entre a área de TI e os executivos nas iniciativas de virtualização e computação na nuvem: é importante mostrar que se pode atender aos interesses dos executivos de nível C, como segurança e disponibilidade. Mostre que essas preocupações, quando importantes, podem ser superadas com sucesso, adotando as melhores práticas existentes e soluções robustas que garantem que as informações valiosas estarão protegidas e altamente disponíveis.

Não opere em um silo quando tratar de computação em nuvem: iniciativas de virtualização e computação em nuvem são mais bem sucedidas quando implementadas de modo generalizado e abrangente. Por envolverem todos os aspectos de TI (servidores, armazenamento, rede, aplicações, etc.), elas podem falhar quando gerenciadas como "projetos especiais" em silos. Em vez disso, trate a nuvem como uma iniciativa ampla de TI com todos os departamentos incluídos no planejamento e na implementação.

Aproveite e modernize a atual infraestrutura: antes de estar pronto para implementar nuvens privadas/híbridas, certifique-se de aproveitar a infraestrutura existente para obter a mesma eficiência e, em seguida, modernizá-la, se necessário. Converta servidores, áreas de armazenamento e redes estáticas em um pool virtualizado de recursos. Substitua a configuração estática com provisionamento self-service, certifique-se de usar monitoramento e medição para demonstrar o valor para os negócios.

Defina expectativas realistas e controle seus resultados: Lembre-se de que, apesar do hype, nuvem é um mercado novo e ainda em desenvolvimento. Não deixe que se definam expectativas que não sejam realistas. Também acompanhe e controle os resultados para identificar maneiras de melhorar a eficiência do projeto futuramente.

Pesquisa da Symantec sobre Virtualização e a Evolução para a Nuvem

A Pesquisa da Symantec sobre Virtualização e a Evolução para a Nuvem é resultado de um trabalho realizado em abril de 2011 pela Applied Research, que entrevistou executivos de nível C e profissionais de TI responsáveis por computadores, redes e recursos tecnológicos em pequenas, médias e grandes empresas (definidas como aquelas com 1.000-2.400, 2.500-4.999 e mais de 5.000 funcionários). O relatório foi desenvolvido para medir como as organizações planejam migrar iniciativas de missão crítica para ambientes virtuais e de computação em nuvem híbrida. A pesquisa incluiu mais de 3.700 participantes de 35 países na América do Norte, EMEA (Europa, Oriente Médio e África), Ásia-Pacífico e América Latina.

Recursos

• Press kit Virtualização e a Evolução para a Nuvem 2011 www.symantec.com.br/pesquisanuvem
Infográfico Brasil

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