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Relatório Symantec 2010 sobre Recuperação de Desastres





Relatório Symantec 2010 sobre Recuperação de Desastres

Relatório Symantec 2010 sobre Recuperação de Desastres

Em sua sexta edição, o Relatório Symantec 2010 sobre Recuperação de Desastres é uma pesquisa anual em nível global, encomendada pela Symantec, que destaca tendências sobre a preparação e o planejamento das organizações para atuar em caso de recuperação de desastres. O estudo entrevistou mais de 1.700 gestores de TI em organizações de grande porte de 18 países na América do Norte, Europa, Oriente Médio, Ásia-Pacífico e América do Sul.
Destaques do estudo:
O estudo destaca que um terço – 32 por cento – dos dados em sistemas virtuais não conta com backup regular e que apenas um em cada quatro entrevistados usa tecnologias de replicação e failover para proteger os ambientes virtuais. Os entrevistados também indicaram que 68 por cento dos servidores virtualizados não são cobertos pelos atuais planos de recuperação de desastres. Esse valor é significativamente maior do que os 45 por cento registrados em 2009.
Ferramentas, segurança e controle inadequados. O estudo também descobriu que o uso de várias ferramentas para gerenciar e proteger dados e aplicativos em ambientes virtuais causam grandes dificuldades para os administradores dos centros de dados.
Restrições de recursos e armazenamento dificultam o backup. Os entrevistados afirmaram que 51% dos procedimentos de backup ocorrem apenas semanalmente ou com frequência ainda menor, e não diariamente ( inferior à média global de 82 por cento).
Disparidade entre os períodos de paralisação e a recuperação. O estudo mostrou que o tempo para se recuperar de uma paralisação é o dobro do que os entrevistados imaginam ser necessário.
Principais causas dos períodos de inatividade. Quando questionados sobre o que causou os períodos de inatividade na organização nos últimos cinco anos, os entrevistados relataram que as paralisações foram causadas principalmente pela atualização de sistema, falhas e quedas de energia e ataques cibernéticos.
Recomendações:
  • Tratar todos os ambientes: certifique-se de que os dados e as aplicações de missão crítica sejam tratados da mesma forma em todos os ambientes (físicos, virtuais ou na nuvem).
  • Usar conjuntos de ferramentas integradas: usar menos ferramentas para gerenciar ambientes físicos, virtuais e na nuvem ajudará as organizações a economizar tempo e custos de treinamento e a automatizar melhor os processos.
  • Simplifique os processos de proteção de dados.
  • Planeje e automatize para minimizar os períodos de inatividade.
  • Identifique problemas com antecedência: implemente soluções que detectam problemas, reduzem o tempo de inatividade e garantem a recuperação mais rápida para atender às expectativas.
  • Não use atalhos: as organizações devem implementar tecnologias e processos básicos que as protejam em caso de paralisações e não simplesmente adotar medidas simples que podem trazer consequências desastrosas.